sexta-feira, 26 de maio de 2017

Resenha: Theodore Finch e Violet Markey em "Por Lugares Incríveis"

2 comentários:

O livro aborda a história de dois adolescentes, que apesar de suas diferenças, também possuem muitas coisas em comum. Violet Markey, busca encontrar uma forma de esquecer o trágico acidente que sofreu com sua irmã, enquanto Theodore Finch pesquisa diferentes formas de cometer suicídio. Em uma dessas tentativas, Finch acaba no alto da torre da escola e lá sua vida acaba se cruzando com a de Violet.
Título: Por Lugares Incríveis
Gênero: Ficção Juvenil
Autor: Jennifer Niven
Páginas: 336
Ano: 2015
Idioma: Português
Editora: Seguinte
ISBN-13: 9788565765572

"Por Lugares Incríveis" é um livro que eu acabei subestimando por muito tempo. Eu fujo demais de gêneros juvenis e romances, mas eu já não aguentava mais de curiosidade encima desse livro por conta do tanto de resenhas que eu acabava encontrando pela internet.


A história tem como tema central o suicídio. Tema atualmente muito discutido por conta da repercussão que foi "Os Treze Porquês".

Não! Eu não decidi ler "Por Lugares Incríveis" por conta da história da Hannah Baker. Eu simplesmente quis matar minha curiosidade e posso dizer que foi uma experiência muito boa.

A história é narrada por Theodore Finch e Violet. Eu não esperava que a autora tivesse investido em algo de tanta importância social. A narrativa, os problemas de Finch e Violet, os pais de ambos, tudo faz com que a história seja interessante até o fim. Fiquei muito chocado com o final. Qualquer um ficará. O livro também é cheio de frases e diálogos profundos.

É sem dúvidas uma história que merece ser lida. Garanto que todos vão se apaixonar <3

Em outras Redes:

terça-feira, 2 de maio de 2017

Preconceito nos transportes públicos

Nenhum comentário:
Infelizmente se tornou algo corriqueiro encontrar amigos, tanto nas redes sociais quanto nas rodinhas de amigos, que tenham passado por algum tipo de discriminação em transportes públicos. Pelos relatos que encontro é perceptível que os casos acontecem na maioria das vezes com as minorias.


Por conta de não estar trabalhando ou estudando, as minhas viagens em transportes públicos não costumavam acontecer em horários de pico. Por isso na maioria das vezes que eu encontrava textos ou rolava alguma conversa sobre discriminação/preconceito eu acabava sendo um ouvinte no meio dos debates. Passou-se o tempo e agora estou empregado - Graças a todas as forças superiores - E sim, pela primeira vez indo trabalhar sofri homofobia dentro de um transporte público. Os comentários começaram a surgir porque perto desses seres maravilhosos estava um rapaz que parecia ter a minha idade e com esteriótipos mais expressivos de homossexualidade que os meus (O que não nos torna diferentes). O caso aconteceu diretamente com o rapaz e indiretamente comigo já que também sou gay. Não é preciso esperar que as coisas aconteçam diretamente e exclusivamente com você para que se tome as dores. Até porque antes mesmo de ouvir comentários como "Um negão desses com uma carcaça dessas" eu já tinha plena noção de que iriam se referir exclusivamente a mim em algum momento.

Entrei no famigerado Japeri indo pra Central do Brasil e logo os dois homens começaram a falar sobre homossexualidade sem ter uma minima base informativa pra falar sobre o assunto. O enredo do bate papo entre os dois vocês devem ter noção de como foi. Eram frases escrotas e desrespeitosas "Isso é uma sacanagem, eles são doentes, pedofilos... vergonha pra sociedade!" "Ainda tem pais que acham graça e apoiam" "Tanta mulher no mundo e os caras correndo atrás de homens" "Joãozinho você sabe que nos homens não temos cheiros tão agradáveis né? As mulheres são tão cheirosas, não da pra entender esses caras mesmo."

Foi uma viagem bastante tóxica de 40 minutos contados no relógio, mas que na cabeça pareciam horas. Sabemos que em todos os casos de discriminação ou preconceito é recomendado registrar queixa. Infelizmente registrar queixa de casos que acontecem em transportes públicos acabam por não dar em nada. Mesmo assim é a solução mais cabível.

Se você não faz parte da comunidade LGBT e compartilha de opiniões e discursos de ódio dentro de casa, transportes e outros meios sociais, pare com isso!  Procure se informar melhor sobre o que você está falando. As vezes a falta de conhecimento nos leva a opiniões erradas sobre algo ou alguém. 

Em outras Redes:

sábado, 15 de abril de 2017

Seriando: Bates Motel

Nenhum comentário:

Depois do casamento conturbado e a misteriosa morte de seu marido, Norma Bates decide comprar um motel em uma cidade pequena e recomeçar do zero ao lado de seu querido filho Norman. Desde então os dois vivem uma relação bastante complicada em busca da paz.




Título: Bates Motel
Gênero: Drama/Suspense/Terror Psicólogico/Thriller
Origem: Estados Unidos
Direção: Carton Cuse
Data de Lançamento: 18 de Março de 2013

Bates Motel é uma das primeiras séries que comecei a acompanhar. Lembro que eu procurava por séries do gênero de terror ou derivados e na época foi criada uma grande repercussão encima da série por se tratar da adaptação renomado filme "Psicose" escrito por Robert Bloch. Então decidi acompanhar.

Eu posso dizer que já vivi momentos de amor e ódio com a série "Bates Motel". Teve dias em que eu tinha vontade de recomendar pra todos meus amigos, e dias em que eu não queria nem tocar no nome da série. Tudo isso porque durante o enredo coisas acontecem com uma velocidade muito rápida, e esses acontecimentos acabam por muita das vezes não sendo tão interessantes ou são forçados/desnecessários.

A série começa a ficar muito atrativa quando Norma e Norman começam a viver dias de amor e ódio. As coisas começam a sair de controle, Norman começa a investir numa relação abusiva com sua mãe, pessoas começam a aparecer pra destruir a família Bates. A partir daí os capítulos começam a ficar imperdíveis. Até onde iria uma mãe por seu filho? Qual seria o seu limite?

É uma série muito boa e envolvente. Vale a pena se hospedar no Bates Motel. ;)

Imagem relacionada

Copyright © 2017 | Design : Sanyt Design | Tema: Blogger | Diário Pessoal • voltar ao topo